Começou com a estrutura que antes do jogo mais importante da época não foi capaz de dizer uma palavra acerca do campeonato vergonhoso que tinha terminado. Viu ser nomeado, sem qualquer critica, um dos responsaveis por nos arrumar na fase decisiva da época (2 penalties contra Guimarães e Nacional que nos dariam mais 4 pontos) e que protagonizou um dos maiores roubos da década no famoso Paços vs Porto. Mas a cereja no topo do bolo ainda foi um vice-presidente atacar o próprio treinador da equipa.
Depois vem o treinador que a 4 dias da final, já sem nada para conquistar no campeonato, decidiu colocar em campo mais de meia dúzia de jogadores que iam ser titulares na Taça, enquanto do outro lado já preparavam a final há mais de um mês. Com isso perdeu o jogador mais importante para a final. Tudo porque quis ser o campeão da 2ª volta e tentar provar que o falhanço da época teve a ver com o covid. E o problema nisso é ele ter sentido a necessidade de o fazer. Sentiu porque todos os anos a MDCSDQT passa as épocas a fragilizar os treinadores do Benfica sem qualquer protecção da parte do clube. Já foi assim com Rui Vitória e com Lage mesmo quando tinha 1 empate e 1 derrota em quase 40 jogos. E já foi e continua também a ser assim com alguns dos jogadores.
Depois dentro de campo vem o cocktail mortifero. Começemos pelo lance da expulsão. Obviamente foi mais uma filha da put**** de Nuno Almeida, mas a verdade é que apareceu um jogador isolado. Agora reparem como a bola é metida nas costas da defesa do Benfica. Reparem bem no tempo e espaço que o jogador do Braga teve para meter a bola. Teve mais de 3 segundos de frente para a nossa defesa a espera da desmarcação dos colegas com Grimaldo a 3 metros dele. O unico esboço que teve foi levantar a perna a espera que a bola por milagre lhe batesse aquela distância. Do outro lado viram alguém a permitir isto a algum jogador do Benfica? É que nem de costas para a baliza deles quando mais de frente.
O segundo momento crucial do jogo é o golo sofrido em cima do intervalo. Obviamente aqui o maior culpado é Vlachodimos. Mas basta olhar para a jogada para ver algo que já aconteu vezes sem conta esta época. Uma bola vem da defesa pelo ar, Weigl tal como em Alvalade é lento a atacar a bola e deixa-a bater no chão 2 metros a sua frente. Teve depois de ir disputar a bola de cabeça e ela vai para um adversário que a bombeia para as costas da nossa defesa. No seguimento em vez de acelerar para tapar aquele espaço a frente da defesa reparem na passada dele. Foi o maior culpado? Não. Mas novamente não estava onde devia estar e novamente abordou toda a jogada com uma falta de agressividade e intensidade que nem em treinos pode acontecer. Quanto mais numa final. E foi assim toda a época. Foi na Grécia, no Dragão, em Alvalade e por aí fora.
Assim enquanto este cocktail entre arbitragem, falta de defesa do clube e jogadores sem os minimos de competitividade exigiveis as épocas vão continuar a ser como esta.
